A oncologia moderna busca constantemente abordagens integrativas para oferecer ao paciente não apenas mais tempo de vida, mas também melhor qualidade de vida. Nesse cenário, a fitoterapia — uso de plantas medicinais com finalidades terapêuticas — tem ganhado espaço como uma aliada complementar ao tratamento oncológico convencional.
Fitoterapia: uma prática milenar que ressurge com respaldo científico
A fitoterapia é uma prática antiga, utilizada por civilizações de todo o mundo ao longo da história. Com o avanço da medicina baseada em evidências, muitas dessas plantas medicinais estão sendo estudadas de forma criteriosa para entender seus efeitos fisiológicos, interações e potenciais benefícios no tratamento de diversas doenças — inclusive o câncer.
Hoje, há um movimento crescente dentro da medicina integrativa que busca aliar terapias naturais com tratamentos convencionais, como quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Nesse contexto, a fitoterapia não tem como objetivo substituir os tratamentos médicos, mas complementá-los, promovendo alívio de sintomas, melhora na resposta imunológica e suporte ao bem-estar físico e emocional.
Onde a fitoterapia pode atuar no cuidado oncológico?
Alívio de sintomas e efeitos colaterais
Pacientes oncológicos frequentemente enfrentam sintomas como náuseas, fadiga, dor e insônia. Diversos extratos vegetais vêm sendo estudados por seus efeitos paliativos e anti-inflamatórios. Plantas como gengibre, camomila, curcumina (açafrão-da-terra) e mirra têm se mostrado promissoras na melhora desses quadros.
Apoio ao sistema imunológico
Algumas substâncias de origem vegetal possuem propriedades imunomoduladoras — ou seja, ajudam a regular a resposta do sistema imunológico. Esse aspecto é particularmente relevante na oncologia, uma vez que muitas terapias convencionais podem comprometer as defesas naturais do organismo.
Redução do estresse e melhora da qualidade de vida
A fitoterapia também é explorada para promover o equilíbrio emocional do paciente. Ansiedade e depressão são condições comuns durante o tratamento do câncer, e plantas como valeriana, passiflora e lavanda são tradicionalmente utilizadas como auxiliares no relaxamento e sono reparador.
Mirra: uma aliada promissora no cuidado oncológico
Entre os extratos vegetais com potencial na oncologia moderna, a mirra (Commiphora myrrha) tem se destacado por suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e analgésicas. Estudos iniciais sugerem que a mirra pode ajudar a atenuar sintomas como dor e desconforto, contribuindo para uma jornada terapêutica mais suportável e digna.
No CEPHO — Centro de Pesquisa Clínica Oncológica — estamos conduzindo um estudo clínico pioneiro com o extrato de mirra, com o objetivo de investigar seus efeitos na qualidade de vida de pacientes em tratamento oncológico.
Participe gratuitamente do Estudo Mirra no CEPHO
Se você ou um familiar está em tratamento contra o câncer e busca alternativas complementares para melhorar o bem-estar e a qualidade de vida, conheça o Estudo Mirra, conduzido pelo CEPHO.
O que é o Estudo Mirra?
Uma pesquisa clínica gratuita com uso de extrato natural de mirra, voltada para avaliar seus benefícios em pacientes oncológicos.
Quem pode participar?
Pacientes com diagnóstico de câncer, tendo ao menos 18 anos de idade, que tenha esgotado as possibilidades de tratamentos clínicos.
Há algum custo?
Não. A participação no estudo é 100% gratuita, com acompanhamento especializado por nossa equipe clínica.
Como participar?
Entre em contato com o CEPHO e saiba como se inscrever na triagem para o Estudo Mirra.
A medicina do futuro é aquela que respeita a ciência, mas também reconhece o valor das práticas tradicionais quando bem estudadas e aplicadas. A fitoterapia, e em especial a mirra, pode representar mais um passo na humanização e personalização do cuidado ao paciente oncológico.
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